Biópsia de Linfonodos guiada por imagem
- Felipe Shoiti
- 12 de nov. de 2021
- 1 min de leitura
Atualizado: 7 de out. de 2022
Muitas doenças podem causar o aumento das dimensões dos gânglios linfáticos, as chamadas linfonodomegalias, como: doenças inflamatórias, infecções, doenças auto-imunes, tumores originários do próprio sistema linfático e tumores oriundos de outros órgãos.
O sistema linfático compreende uma rede de vasos, que transportam a linfa, e de gânglios ou linfonodos, que abrigam células de defesa. Quando nosso corpo é "agredido", os linfonodos aumentam de tamanho a fim de responder a esse ataque. A maioria das linfonodomegalias perceptíveis ao exame clínico serão passageiras, reacionais a algum tipo de infecção ou inflamação transitórias. No entanto, em alguns casos à biópsia poderá ser necessária, principalmente em linfonodomegalias persistentes e acompanhadas de outros sinais e sintomas que nos alarmam para algo mais sério.

Podemos usar a tomografia ou a ultrassonografia para visualizar o linfonodo de aspecto alterado e guiar sua amostragem, utilizando-se uma agulha especial, capaz de coletar pequenos fragmentos, que serão posteriormente avaliados por um médico patologista.
A biópsia percutânea guiada por imagem é um método rápido, minimamente invasivo, preciso e eficiente na amostragem de material. É uma alternativa já consolidada à biópsia cirúrgica. Em casos selecionados, uma coleta excisional poderá trazer algum benefício à biópsia percutânea, principalmente em casos de investigação de alguns tipos de linfoma.




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