Você sabe de que lado fica o pâncreas? Veja se é possível realizar a biópsia!
- Felipe Shoiti
- 10 de set. de 2021
- 1 min de leitura
Atualizado: 8 de out. de 2022
O tumor de pâncreas é responsável por 2% de todos os tumores malignos no Brasil, sendo o adenocarcinoma o tipo mais comum. Cerca de 80% são irressecáveis no momento do diagnóstico, tornando a análise anatomopatológico ainda mais importante.
Por muito tempo a biópsia endoscópica foi o único método para coleta de amostras deste tipo de tumor, principalmente quando falávamos de tumores da cabeça do pâncreas. As técnicas intervencionistas progrediram e hoje uma das formas mais eficientes de retirar uma amostra tecidual suficiente para o diagnóstico e possíveis testes complementares é a biópsia percutânea.

Tal método é seguro, eficiente e versátil para amostragem de tumores na cabeça, corpo e cauda do pâncreas!
Como é feito?
O procedimento é geralmente feito sob sedação, podendo ser guiado por tomografia ou ultrassom.
Como é feito a tomografia de planejamento?
Obtidas imagens tomográficas do paciente, criamos de forma muito meticulosa um caminho que parte da pele com destino final à lesão alvo, devendo-se desviar de todos os órgãos, veias e artérias ao longo do caminho.
Contando com a presença de um médico patologista na sala de procedimento, as amostras são avaliadas imediatamente, garantindo que o material coletado seja adequado para todas as análises necessárias, evitando a necessidade de uma re-biópsia.
Ponto importante:
A biópsia percutânea do pâncreas é realizada em regime ambulatorial, geralmente sob sedação;
É segura e precisa;
Proporciona uma otimizada coleta de amostra tecidual;
Proporciona uma experiência pós-procedimento geralmente pouco incomoda, sem grande impacto na rotina do paciente.




Comentários